Unidade da mesma Igreja
Apenas com um chefe visível, infalível, se pode cumprir a unidade do "corpo místico de cristo".
Em relação à doutrina:
1) "Quem não está comigo é contra mim"(Mt 12,30)
2) "Um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de todos" (Ef 4, 3-6)
3) "Não rogo apenas por eles, mas também por aqueles que por sua palavra hão de crer em mim. Para que todos sejam um, assim como Tu, Pai, estás em mim e eu em ti, para que também eles estejam em nós e o mundo creia que tu me enviaste"(Jo 17,20-21).
4) "Recomendo-vos, irmãos, que tomeis cuidado com os que produzem divisões contra a doutrina que aprendestes. Afastai-vos deles" (Rm 16, 17).
5) "Se alguém vos anunciar um evangelho diferente, seja execrado, isto é, seja excomungado"(G. 1,7-9).
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sexta-feira, 21 de outubro de 2011
A infalibilidade Papal
Vimos que Jesus Cristo fundou uma Igreja hierárquica, conferindo aos Apóstolos e aos Bispos, seus sucessores, os poderes de ensinar, de santificar e de governar. Demonstraremos agora que Jesus ligou ao poder de ensinar o privilégio da "infalibilidade".
Conceito: A infalibilidade é a garantia de preservação de todo erro doutrinal pela assistência do Espírito Santo. Não é simples inerrância de fato, mas de direito. Portanto, não se deve confundir a infalibilidade com a "inspiração", que consiste no impulso divino que leva os escritores sagrados a escreverem o que Deus quer; e nem com a "revelação", que supõe a manifestação duma verdade antes ignorada. O privilégio da Infalibilidade não faz com que a Igreja descubra verdades novas; garante-lhe somente que, devido à assistência divina, não pode errar nem, por conseqüência, induzir em erro, no que respeita a questões de Fé ou moral.
Conceito: A infalibilidade é a garantia de preservação de todo erro doutrinal pela assistência do Espírito Santo. Não é simples inerrância de fato, mas de direito. Portanto, não se deve confundir a infalibilidade com a "inspiração", que consiste no impulso divino que leva os escritores sagrados a escreverem o que Deus quer; e nem com a "revelação", que supõe a manifestação duma verdade antes ignorada. O privilégio da Infalibilidade não faz com que a Igreja descubra verdades novas; garante-lhe somente que, devido à assistência divina, não pode errar nem, por conseqüência, induzir em erro, no que respeita a questões de Fé ou moral.
A Hierarquia reconhecida na história:
1) Testemunho de Santo Irineu, argumentando contra os hereges, apresenta o caráter hierárquico da Igreja, como um 'fato notório' que ninguém pode negar, como uma fundação de Cristo e dos Apóstolos. Ora, como podia reivindicar para a Igreja cristão a origem apostólica, se os seus adversários pudessem apresentar provas da fundação recente da hierarquia?
2) Testemunho de S. Policarpo, em meados do sec. II, designa os pastores como "chefes da hierarquia e guardas da fé"
O Governo da Igreja (Bispos e Fiéis)
"Olhai, pois, por vós e por todo o rebanho, sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a Igreja de Deus a qual santificou pelo seu próprio sangue" (At 20, 28)
"Quem vos ouve, a mim ouve; quem vos despreza, a mim despreza; e quem me despreza, despreza aquele que me enviou". (LC 10, 16)
A Bíblia diz claramente que Jesus Cristo fundou uma Igreja sobre Pedro (Mt 16, 18), diz que estaria com ele até o fim do mundo (Mt 28, 13-20), que lhe dava as chaves do reino do céu (Mt 16, 19), que esta Igreja seria coluna e firmamento da verdade (1 Tim 3, 15), que é preciso escutar esta Igreja sob pena de ser tratado como um pagão (Mt 18, 17).
Mesmo em relação à autoridade dos Fariseus e Escribas, apesar de viciados em seus erros, por serem a autoridade legítima, disse Nosso Senhor: "Sobre a cadeira de Moisés se assentaram os escribas e os fariseus; observai, pois, e fazei tudo o que eles vos disserem; mas não imiteis as suas ações" (Mt 23, 2).
Nosso Senhor escolheu, entre seus inúmeros discípulos, apenas doze Apóstolos, (Mt. 10, 2-4). Instruiu-os duma maneira particular, desvendou-lhes o sentido das parábolas que as turbas não compreendiam (Mt. 13, 2) e associou-os à sua obra mandando-lhes que pregassem o reino de Deus aos filhos de Israel (Mt. 10, 5, 42).
Poucos dias antes da Ascenção, Cristo confiou aos doze Apóstolos o poder que antes lhes tinha prometido: "Todo o poder me foi dado no céu e na terra; ide, pois, e ensinai todas as gentes, batizando-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-as a observar todas as coisas que eu vos tenho ordenado, e estai certos de que eu estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos" (Mt. 28, 19-20). Portanto, conclui Boulenger, Jesus Cristo comunicou aos Apóstolos o poder - 1) de ensinar: "ide e ensinai todos os povos", 2) de santificar, pelos ritos instituídos para este fim e, em particular, pelo batismo, 3) de governar, uma vez que os Apóstolos hão de ensinar o mundo a "observar" tudo o que Ele mandou.
fonte:
http://www.lepanto.com.br/dados/ApIgreja.html
A Sucessão Apostólica
Agora veremos como o Papa é sucessor direto de S. Pedro, primeiro Bispo de Roma:
Primeiramente, os protestantes deveriam provar que o Papa não é sucessor de S. Pedro, todavia, como eles não tem nenhum texto histórico ou religioso que prove, eles pedem uma prova dos católicos. Eles só negam, nada podem afirmar.
São Pedro esteve em Roma
S. Pedro esteve em Roma, foi o primeiro Bispo de Roma e foi martirizado em Roma
A estadia de S. Pedro em Roma é incontestável historicamente. Sobre ela atestam Orígenes (ano 254), Clemente de Alexandria (215), Tertuliano (222), S. Irineu (202), Dionísio (171). Do século primeiro, convém destacar S. Inácio (107) e Clemente Romano (101). Esses historiadores e testemunhas são reconhecidos, pela crítica moderna, como autoridades dignas de fé.
A estadia de S. Pedro em Roma é incontestável historicamente. Sobre ela atestam Orígenes (ano 254), Clemente de Alexandria (215), Tertuliano (222), S. Irineu (202), Dionísio (171). Do século primeiro, convém destacar S. Inácio (107) e Clemente Romano (101). Esses historiadores e testemunhas são reconhecidos, pela crítica moderna, como autoridades dignas de fé.
A primazia de S. Pedro comprovada nas Sagradas Escrituras e na Tradição
"Eu te darei as chaves do Reino dos Céus" [a S. Pedro] - (Mt. 16, 17-19) - Primazia de jurisdição sobre todos, pois é a ele que a sentença é dita.
O primado de S. Pedro sobre os outros fica claramente expresso quando ele: 1) preside e dirige a escolha de Matias para o lugar de Judas (At 1,1-25); 2) É o primeiro a anunciar o evangelho no dia de Pentecostes (At 2, 14); 3) Testemunha, diante do Sinédrio, a mensagem de Cristo (At 10, 1); 4) Acolhe na Igreja o primeiro Pagão (At 10,1); 5) Fala primeiro no Concílio dos Apóstolos, em Jerusalém, e decide sobre a questão da circuncisão: "Então toda a assembléia silenciou"(At 15, 7-12), etc.
Todos os sucessores dos apóstolos atestam o primado de Pedro e dos seus sucessores, como, por exemplo: 1) Tertuliano: "A Igreja foi construída sobre Pedro"; 2) S. Cipriano: "Sobre um só foi construída a Igreja: Pedro"; Santo Ambrósio: "Onde há Pedro, aí há a Igreja de Jesus Cristo".
S. Mateus enumerando os apóstolos, confirma o primado de S. Pedro: "O primeiro, Simão, que se chama Pedro"(Mt 10, 2).
O primado de S. Pedro sobre os outros fica claramente expresso quando ele: 1) preside e dirige a escolha de Matias para o lugar de Judas (At 1,1-25); 2) É o primeiro a anunciar o evangelho no dia de Pentecostes (At 2, 14); 3) Testemunha, diante do Sinédrio, a mensagem de Cristo (At 10, 1); 4) Acolhe na Igreja o primeiro Pagão (At 10,1); 5) Fala primeiro no Concílio dos Apóstolos, em Jerusalém, e decide sobre a questão da circuncisão: "Então toda a assembléia silenciou"(At 15, 7-12), etc.
Todos os sucessores dos apóstolos atestam o primado de Pedro e dos seus sucessores, como, por exemplo: 1) Tertuliano: "A Igreja foi construída sobre Pedro"; 2) S. Cipriano: "Sobre um só foi construída a Igreja: Pedro"; Santo Ambrósio: "Onde há Pedro, aí há a Igreja de Jesus Cristo".
S. Mateus enumerando os apóstolos, confirma o primado de S. Pedro: "O primeiro, Simão, que se chama Pedro"(Mt 10, 2).
A Fundação da Igreja
"E eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; e eu te darei as chaves do reino dos Céus: e tudo o que desatares sobre a terra, será desatado também nos céus." (Mt. 16, 18)
Como isso é claro e positivo! Jesus Cristo muda o nome de Simão, em pedra (aramaico: Kephas, significa pedra e pedro, numa única palavra, como em francês Pierre é o nome de uma pessoa e o nome do minério pedra).
Deus fez diversas vezes tais mudanças, para que o nome exprimisse o papel especial que deve representar a pessoa. Assim mudou o nome de Abrão em Abraão (Gn 17, 5), para exprimir que devia ser o pai de muitos povos.
Mudou ainda o nome de Jacob em Israel (Gn 32, 28) para significar a "força contra Deus". Assim Jesus Cristo mudou o nome de Simão em Pedro, sobre a qual estará fundada a Igreja, sendo o seu construtor o próprio Cristo.
Em todo o trecho em que Nosso Senhor confirma S. Pedro como primeiro Papa, fica evidente que Ele se dirige, exclusivamente, a S. Pedro, sem um mínimo desvio: "Eu te digo... Tu és Pedro... Sobre esta pedra edificarei... Eu te darei... O que desatares..."
S. Pedro é a pessoa a quem tudo é dirigido ... é ele o centro de todo este texto.
Esse ponto é muito importante, pois a interpretação truncada dos protestantes quer admitir o absurdo de que Nosso Senhor não sabia se exprimir corretamente. Eles dizem que Cristo queria dizer: "Simão, tu és pedra, mas não edificarei sobre ti a minha Igreja, por que não és pedra, senão sobre mim." Ora, é uma contradição, pois Nosso Senhor alterou o nome de Simão para "Kephas", deixando claro quem seria a "pedra" visível de Sua Igreja.
Como isso é claro e positivo! Jesus Cristo muda o nome de Simão, em pedra (aramaico: Kephas, significa pedra e pedro, numa única palavra, como em francês Pierre é o nome de uma pessoa e o nome do minério pedra).
Deus fez diversas vezes tais mudanças, para que o nome exprimisse o papel especial que deve representar a pessoa. Assim mudou o nome de Abrão em Abraão (Gn 17, 5), para exprimir que devia ser o pai de muitos povos.
Mudou ainda o nome de Jacob em Israel (Gn 32, 28) para significar a "força contra Deus". Assim Jesus Cristo mudou o nome de Simão em Pedro, sobre a qual estará fundada a Igreja, sendo o seu construtor o próprio Cristo.
Em todo o trecho em que Nosso Senhor confirma S. Pedro como primeiro Papa, fica evidente que Ele se dirige, exclusivamente, a S. Pedro, sem um mínimo desvio: "Eu te digo... Tu és Pedro... Sobre esta pedra edificarei... Eu te darei... O que desatares..."
S. Pedro é a pessoa a quem tudo é dirigido ... é ele o centro de todo este texto.
Esse ponto é muito importante, pois a interpretação truncada dos protestantes quer admitir o absurdo de que Nosso Senhor não sabia se exprimir corretamente. Eles dizem que Cristo queria dizer: "Simão, tu és pedra, mas não edificarei sobre ti a minha Igreja, por que não és pedra, senão sobre mim." Ora, é uma contradição, pois Nosso Senhor alterou o nome de Simão para "Kephas", deixando claro quem seria a "pedra" visível de Sua Igreja.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Lista dos Papas, Numerados pela Ordem de Sucessão
1 | São Pedro | Betsaida | 33 | 67 |
2 | São Lino | Túscia | 67 | 76 |
3 | Santo Anacleto | Roma | 76 | 88 |
4 | São Clemente I | Roma | 88 | 97 |
5 | Santo Evaristo | Grécia | 97 | 105 |
6 | Santo Alexandre I | Roma | 105 | 115 |
7 | São Sisto I | Roma | 115 | 125 |
8 | São Telésforo | Grécia | 125 | 136 |
9 | Santo Higino | Grécia | 136 | 140 |
10 | São Pio I | Aquiléia | 140 | 155 |
11 | Santo Aniceto | Síria | 155 | 166 |
12 | São Sotero | Campânia | 166 | 175 |
13 | Santo Eleutério | Epiro | 175 | 189 |
14 | São Vitor I | África | 189 | 199 |
15 | São Zeferino | Roma | 199 | 217 |
16 | São Calisto I | Roma | 217 | 222 |
17 | Santo Urbano I | Roma | 222 | 230 |
18 | São Ponciano | Roma | 230 | 235 |
19 | Santo Antero | Grécia | 235 | 236 |
20 | São Fabiano | Roma | 236 | 250 |
21 | São Cornélio | Roma | 251 | 253 |
22 | São Lúcio I | Roma | 253 | 254 |
23 | Santo Estevão I | Roma | 254 | 257 |
24 | São Sisto II | Grécia | 257 | 258 |
25 | São Dionísio | - | 259 | 268 |
26 | São Félix I | Roma | 269 | 274 |
27 | Santo Eutiquiano | Luni | 275 | 283 |
28 | São Caio | Dalmácia | 283 | 296 |
29 | São Marcelino | Roma | 296 | 304 |
30 | São Marcelo I | Roma | 308 | 309 |
31 | Santo Eusébio | Grécia | 309 | 309 |
32 | São Melquíades | África | 311 | 314 |
33 | São Silvestre I | Roma | 314 | 335 |
34 | São Marcos | Roma | 336 | 336 |
35 | São Júlio I | Roma | 337 | 352 |
36 | Libério | Roma | 352 | 366 |
37 | São Dâmaso I | Espanha | 366 | 384 |
38 | São Sirício | Roma | 384 | 399 |
39 | Santo Anastácio I | Roma | 399 | 401 |
40 | Santo Inocêncio I | Albano | 401 | 417 |
41 | São Zósimo | Grécia | 417 | 418 |
42 | São Bonifácio I | Roma | 418 | 422 |
43 | São Celestino I | Campânia | 422 | 432 |
44 | São Sisto III | Roma | 432 | 440 |
45 | São Leão Magno | Túscia | 440 | 461 |
46 | Santo Hilário | Sardenha | 461 | 468 |
47 | São Simplício | Tivoli | 468 | - |
48 | São Félix III (II) | Roma | 483 | 492 |
49 | São Galásio I | África | 492 | 496 |
50 | Anastácio II | Roma | 496 | 498 |
51 | São Símaco | Sardenha | 498 | 514 |
52 | São Hormisdas | Frosinone | 514 | 523 |
53 | São João I | Túscia | 523 | 526 |
54 | São Félix IV (III) | Sâmnio | 526 | 530 |
55 | Bonifácio II | Roma | 530 | 532 |
56 | João II | Roma | 533 | 535 |
57 | Santo Agapito I | Roma | 535 | 536 |
58 | São Silvério | Campânia | 536 | 537 |
59 | Vigílio | Roma | 537 | 555 |
60 | Pelágio I | Roma | 556 | 561 |
61 | João III | Roma | 561 | 574 |
62 | Bento I | Roma | 575 | 579 |
63 | Pelágio II | Roma | 579 | 590 |
64 | São Gregório I | Roma | 590 | 604 |
65 | Sabiniano | Túscia | 604 | 607 |
66 | Bonifácio III | Roma | 607 | 608 |
67 | São Bonifácio IV | Marsi | 608 | 615 |
68 | São Adeodato I | Roma | 615 | 618 |
69 | Bonifácio V | Nápoles | 619 | 625 |
70 | Honório I | Campânia | 625 | 638 |
71 | Severino | Roma | 640 | 640 |
72 | João IV | Dalmácia | 640 | 642 |
73 | Teodoro I | Grécia | 642 | 649 |
74 | São Martinho I | Todi | 649 | 655 |
75 | Santo Eugênio I | Roma | 654 | 657 |
76 | São Vitaliano | Segni | 657 | 672 |
77 | Adeodato II | Roma | 672 | 676 |
78 | Dono | Roma | 676 | 678 |
79 | Santo Ágato | Sicília | 678 | 681 |
80 | São Leão II | Sicília | 682 | 683 |
81 | São Bento II | Roma | 684 | 685 |
82 | João V | Síria | 685 | 686 |
83 | Cônon | - | 686 | 687 |
84 | São Sérgio I | Síria | 687 | 701 |
85 | João VI | Grécia | 701 | 705 |
86 | João VII | Grécia | 705 | 707 |
87 | Sisínio | Síria | 707 | 708 |
88 | Constantino I | Síria | 708 | 715 |
89 | São Gregório II | Roma | 715 | 731 |
90 | São Gregório III | Síria | 731 | 741 |
91 | São Zacarias | Grécia | 741 | 752 |
92 | Estevão II | Roma | 752 | 757 |
93 | São Paulo I | Roma | 757 | 767 |
94 | Estevão III | Roma | 768 | 772 |
95 | Adriano I | Roma | 772 | 795 |
96 | São Leão III | Roma | 795 | 816 |
97 | Estevão IV | Sicília | 816 | 817 |
98 | São Pascoal I | Roma | 817 | 824 |
99 | Eugênio II | Roma | 824 | 827 |
100 | Valentim I | Roma | 827 | 827 |
101 | Gregório IV | Roma | 827 | 844 |
102 | Sério II | Roma | 844 | 847 |
103 | São Leão IV | Roma | 847 | 855 |
104 | Bento III | Roma | 855 | 858 |
105 | São Nicolau I | Roma | 858 | 867 |
106 | Adriano II | Roma | 867 | 872 |
107 | João VIII | Roma | 872 | 882 |
108 | Mariano I | Gellese | 882 | 884 |
109 | Santo Adriano III | Roma | 884 | 885 |
110 | Estevão V | Roma | 885 | 891 |
111 | Formoso | Pôrto | 891 | 896 |
112 | Bonifácio VI | Roma | 896 | 896 |
113 | Estêvão VI | Roma | 896 | 897 |
114 | Romano | Gallese | 897 | 897 |
115 | Teodoro II | Roma | 897 | 897 |
116 | João IX | Tivoli | 898 | 900 |
117 | Bento IV | Roma | 900 | 903 |
118 | Leão V | Árdea | 903 | 903 |
119 | Sérgio III | Roma | 904 | 911 |
120 | Anastácio III | Roma | 911 | 913 |
121 | Lando | Sabina | 913 | 914 |
122 | João X | Tossignano | 914 | 928 |
123 | Leão VI | Roma | 928 | 928 |
124 | Estevão VII | Roma | 929 | 931 |
125 | João XI | Roma | 931 | 935 |
126 | Leão VII | Pavia | 936 | 939 |
127 | Estêvão VIII | Roma | 939 | 942 |
128 | Marino II | Roma | 942 | 946 |
129 | Agapito II | Roma | 946 | 955 |
130 | João XII | Roma | 955 | 964 |
131 | Leão VIII | Roma | 963 | 965 |
132 | Bento V | Roma | 964 | 966 |
133 | João XIII | Túsculo | 965 | 972 |
134 | Bento VI | Roma | 973 | 974 |
135 | Bento VII | Roma | 974 | 983 |
136 | João XIV | Roma | 983 | 984 |
137 | João XV | Roma | 985 | 996 |
138 | Gregório V | Saxônia | 996 | 999 |
139 | Silvestre II | Alvérnia | 999 | 1003 |
140 | João XVII | Roma | 1003 | 1004 |
141 | João XVIII | Roma | 1004 | 1009 |
142 | Sérgio IV | Roma | 1009 | 1012 |
143 | Bento VIII | Túsculo | 1012 | 1024 |
144 | João XIX | Túsculo | 1024 | 1032 |
145 | Bento IX | Túsuculo | 1032 | 1045 |
146 | Silvestre III | Roma | 1045 | 1045 |
147 | Bento IX (2ª vez) | - | 1045 | 1045 |
148 | Gregório VI | Roma | 1045 | 1046 |
149 | Clemente II | Saxônia | 1046 | 1047 |
150 | Bento IX (3ª vez) | - | 1047 | 1048 |
151 | Dâmaso II | Baviera | 1048 | 1049 |
152 | São Leão IX | Egisheim-Dagsburg | 1049 | 1055 |
153 | Vitor II | Dolinstein-Hirschberg | 1055 | 1057 |
154 | Estêvão X | Lorena | 1057 | 1059 |
155 | Nicolau II | Borgonha | 1059 | 1061 |
156 | Alexandre II | Milão | 1061 | 1073 |
157 | São Gregório VII | Túscia | 1073 | 1085 |
158 | Beato Vitor III | Benevento | 1086 | 1087 |
159 | Beato Urbano II | França | 1088 | 1099 |
160 | Pascoal II | Ravena | 1099 | 1118 |
161 | Gelásio II | Gaeta | 1118 | 1119 |
162 | Calisto II | Borgonha | 1119 | 1124 |
163 | Honório II | Fagnano | 1124 | 1130 |
164 | Inocêncio II | Roma | 1130 | 1143 |
165 | Celestino II | Castelo | 1143 | 1144 |
166 | Lúcio II | Bolonha | 1144 | 1145 |
167 | Beato Eugênio III | Pisa | 1145 | 1153 |
168 | Anastácio IV | Roma | 1153 | 1154 |
169 | Adriano IV | Inglaterra | 1154 | 1159 |
170 | Alexandre III | Siena | 1159 | 1181 |
171 | Lúcio III | Lucca | 1181 | 1185 |
172 | Urbano III | Milão | 1185 | 1187 |
173 | Gregório VIII | Benevento | 1187 | 1187 |
174 | Clemente III | Roma | 1187 | 1191 |
175 | Celestino III | Roma | 1191 | 1198 |
176 | Inocêncio III | Anagni | 1198 | 1216 |
177 | Honório III | Roma | 1216 | 1227 |
178 | Gregório IX | Anagni | 1227 | 1241 |
179 | Celestino IV | Milão | 1241 | 1241 |
180 | Inocêncio IV | Gênova | 1243 | 1254 |
181 | Alexandre IV | Anagni | 1254 | 1261 |
182 | Urbano IV | Troyes | 1261 | 1264 |
183 | Clemente IV | França | 1265 | 1268 |
184 | Beato Gregório X | Placência | 1271 | 1276 |
185 | Beato Inocêncio V | Savóia | 1276 | 1276 |
186 | Adriano V | Gênova | 1276 | 1276 |
187 | João XXI | Portugal | 1276 | 1277 |
188 | Nicolau III | Roma | 1277 | 1280 |
189 | Matinho IV | França | 1281 | 1285 |
190 | Honório IV | Roma | 1285 | 1287 |
191 | Nicolau IV | Ascoli | 1288 | 1292 |
192 | São Celestino V | Isérnia | 1294 | 1294 |
193 | Bonifácio VIII | Anagni | 1294 | 1303 |
194 | Beato Bento XI | Treviso | 1303 | 1304 |
195 | Clemente V | França | 1305 | 1314 |
196 | João XXII | Cahors | 1316 | 1334 |
197 | Bento XII | França | 1335 | 1342 |
198 | Clemente VI | França | 1342 | 1352 |
199 | Inocêncio VI | França | 1352 | 1352 |
200 | Bento Urbano V | França | 1362 | 1370 |
201 | Gregório XI | França | 1370 | 1378 |
- | Grande Cisma do Oriente - Papas Romanos | |||
202 | Urbano VI | Nápoles | 1378 | 1389 |
203 | Bonifácio IX | Nápoles | 1389 | 1404 |
204 | Inocêncio VII | Sulmona | 1404 | 1406 |
205 | Gregório XII | Veneza | 1406 | 1415 |
- | Papas depois do Grande Cisma | |||
206 | Martinho V | Roma | 1417 | 1431 |
207 | Eugênio IV | Veneza | 1431 | 1447 |
208 | Nicolau V | Sarzana | 1447 | 1455 |
209 | Calisto III | Valência | 1455 | 1458 |
210 | Pio II | Siena | 1458 | 1464 |
211 | Paulo II | Veneza | 1464 | 1471 |
212 | Sisto IV | Savona | 1471 | 1484 |
213 | Inocêncio VIII | Gênova | 1484 | 1492 |
214 | Alexandre VI | Valência | 1492 | 1503 |
215 | Pio III | Siena | 1503 | 1503 |
216 | Júlio II | Savona | 1503 | 1513 |
217 | Leão X | Florença | 1513 | 1521 |
218 | Adriano VI | Ultrecht | 1522 | 1523 |
219 | Clemente VII | Florença | 1523 | 1534 |
220 | Paulo III | Roma | 1534 | 1549 |
221 | Júlio III | Roma | 1550 | 1555 |
222 | Marcelo II | Montepulciano | 1555 | 1555 |
223 | Paulo IV | Nápoles | 1555 | 1559 |
224 | Pio IV | Milão | 1559 | 1565 |
225 | São Pio V | Bosco | 1566 | 1572 |
226 | Gregório XIII | Bolonha | 1572 | 1585 |
227 | Sisto V | Grottammare | 1585 | 1590 |
228 | Urbano VII | Roma | 1590 | 1590 |
229 | Gregório XIV | Cremona | 1590 | 1591 |
230 | Inocêncio IX | Bolonha | 1591 | 1591 |
231 | Clemente VIII | Florença | 1592 | 1605 |
232 | Leão XI | Florença | 1605 | 1605 |
233 | Paulo V | Roma | 1605 | 1621 |
234 | Gregório XV | Bolonha | 1621 | 1623 |
235 | Urbano VIII | Florença | 1623 | 1644 |
236 | Inocêncio X | Roma | 1644 | 1655 |
237 | Alexandre VII | Siena | 1655 | 1667 |
238 | Clemente IX | Pistóia | 1667 | 1669 |
239 | Clemente X | Roma | 1670 | 1676 |
240 | Beato Inocêncio XI | Como | 1676 | 1689 |
241 | Alexandre VIII | Veneza | 1689 | 1691 |
242 | Inocêncio XII | Nápoles | 1691 | 1700 |
243 | Clemente XI | Urbino | 1700 | 1721 |
244 | Inocêncio XIII | Roma | 1721 | 1724 |
245 | Bento XIII | Roma | 1724 | 1730 |
246 | Clemente XII | Florença | 1730 | 1740 |
247 | Bento XIV | Bolonha | 1740 | 1758 |
248 | Clemente XIII | Veneza | 1758 | 1769 |
249 | Clemente XIV | Rimini | 1769 | 1774 |
250 | Pio VI | Cesana | 1775 | 1799 |
251 | Pio VII | Cesena | 1800 | 1823 |
252 | Leão XII | Fabriano | 1823 | 1829 |
253 | Pio VIII | Cingoli | 1829 | 1830 |
254 | Gregório XVI | Belluno | 1831 | 1846 |
255 | Pio IX | Sinigáglia | 1846 | 1878 |
256 | Leão XIII | Carpineto | 1878 | 1903 |
257 | São Pio X | Riese | 1903 | 1914 |
258 | Bento XV | Gênova | 1914 | 1922 |
259 | Pio XI | Milão | 1922 | 1939 |
260 | Pio XII | Roma | 1939 | 1958 |
261 | João XXIII | Sotto II Monte | 1958 | 1963 |
262 | Paulo VI | Concesio | 1963 | 1978 |
263 | João Paulo I | Belluno | 1978 | 1978 |
264 | João Paulo II | Polônia | 1978 | 2005 |
265 | Bento XVI | Alemanha | 2005 | data atua |
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