Terminou há alguns dias na cidade do México o 3° Congresso Nacional de Exorcistas organizado pela Arquidiocese do México entre o dia 16 e 20 de julho passado, preocupada com o grande número de casos de possessão.
O exorcista e professor da Pontifícia Universidade Regina Apostolorum de Roma, Pe. Francesco Bamonte, assegurou em uma palestra no Congresso que entre as possíveis causas de possessão diabólica se encontram as atitudes supersticiosas, praticar o ocultismo ou o esoterismo e envolver-se na corrente neo-pagã da Nova Era e recorrer à difundida prática da leitura das cartas e do tarô. (fonte:acidigital. com,13.08.2008)
Afirma o padre Francesco que: “A ação extraordinária do demônio tem três possíveis causas”.
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quinta-feira, 17 de novembro de 2011
NÃO EXISTEM ATEUS, MAS IDÓLATRAS - Ninguém consegue viver sem um Deus
NINGUÉM C0NSEGUE VIVER SEM UM DEUS:
Talvez devido à consciência de sua fraqueza e ao medo do desconhecido, desde os seus primórdios, a humanidade passou a buscar fora de si a salvação e a felicidade que lhe faziam falta. Este é, provavelmente, um dos dados que influíram para que, em praticamente todos os lugares, nascessem religiões e deuses, como percebeu o maior orador romano, Marco Túlio Cícero: «Não existe nenhum povo, por mais rude e feroz, que, embora ignore a qual deus se deva adorar, não venere algum».
Dentre esses povos, assume um significado particular o assim denominado "povo eleito". Sua origem remonta à trajetória espiritual do nômade Abraão. Foi ele quem, purificado e amadurecido por inúmeros sinais, teve a primeira experiência do Deus vivo e verdadeiro, criador do céu e da terra, sendo, por isso, considerado "o pai de todos os que têm fé". É entre seus descendentes diretos que se realiza o projeto de Deus, concretizado na "história da salvação", cujo ápice é a encarnação e a ressurreição de Jesus.
Talvez devido à consciência de sua fraqueza e ao medo do desconhecido, desde os seus primórdios, a humanidade passou a buscar fora de si a salvação e a felicidade que lhe faziam falta. Este é, provavelmente, um dos dados que influíram para que, em praticamente todos os lugares, nascessem religiões e deuses, como percebeu o maior orador romano, Marco Túlio Cícero: «Não existe nenhum povo, por mais rude e feroz, que, embora ignore a qual deus se deva adorar, não venere algum».
Dentre esses povos, assume um significado particular o assim denominado "povo eleito". Sua origem remonta à trajetória espiritual do nômade Abraão. Foi ele quem, purificado e amadurecido por inúmeros sinais, teve a primeira experiência do Deus vivo e verdadeiro, criador do céu e da terra, sendo, por isso, considerado "o pai de todos os que têm fé". É entre seus descendentes diretos que se realiza o projeto de Deus, concretizado na "história da salvação", cujo ápice é a encarnação e a ressurreição de Jesus.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Yoga
Em síntese: Segundo recentes notícias, a Yoga está sendo muito cultivada no mundo ocidental, inclusive no Brasil. Para avaliar devidamente a Yoga, é necessário distinguir as suas concepções filosófico-religiosas e os exercícios corporais que elas inspiram. A filosofia yógui é panteísta - o que não se coaduna com a fé católica. Os exercícios físicos, porém, ditados pela Yoga são, religiosamente falando, neutros, de modo que podem ser praticados por um cristão sem prejuízo para a sua fé. Acontece contudo que os mestres de Yoga costumam transmitir aos discípulos sua cosmovisão panteísta, ao mesmo tempo que lhes propõem o respectivo treinamento corporal.
Tem-se notícia de que a Yoga vem sendo mais e mais praticada especialmente por pessoas afetadas de preocupações e exaustão; é considerada uma terapia muito salutar. Todavia pergunta-se: é compatível a prática da Yoga com o pensamento religioso cristão? Pode um fiel cristão seguir os ditames da Yoga? - É a tais questões que responderão as páginas subseqüentes.
Seicho-No-Iê
O fundador da “Seicho-No-Iê é Masaharu Taniguchi, nascido no Japão. Iniciou o seu movimento em 1930, com a publicação da revista Seicho-No-Iê, nome que significa “A Casa da Plenitude”, isto é, a casa onde se encontra a vida, amor, sabedoria, abundância e todos os demais bens em grau infinito. Na década de 1940, o movimento foi registrado como religião perante o governo japonês; tem seu culto, sua “biblia” (Semei no Jisso) e sua mensagem doutrinária.
A Seicho-No-Iê é a mais eclética de todas as novas religiões. Combina entre si elementos do budismo e das crenças religiosas do Oriente com principios do cristianismo, o que possibilita uma penetração grande não só nos países asiáticos, mas também em terras cristãs como o Brasil. Eis os principais artigos de fé:
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