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sábado, 17 de agosto de 2013
quinta-feira, 18 de julho de 2013
INQUISIÇÃO PROTESTANTE
Fonte: http://mentiras-evanglicas-e-outras.blogspot.com.br/2013/03/inquisicao-protestante-inedito-foram.html
INQUISIÇÃO PROTESTANTE - INÉDITO

-
Foram terríveis os genocídios causados pelos protestantes na Alemanha. A
então Alemanha estava dividida em mais de trezentas circunscrições,
cada uma delas com seu próprio Supremo Tribunal civil e seu Direito
particular. A perseguição às bruxas e a severidade dos castigos,
dependiam geralmente dos respectivos senhores de cada região, que
governavam com muita independência e poder quase absoluto.
Dentro
de cada região, havia oscilações pendulares inclusive extremas, segundo
os critérios subjetivos do mesmo senhor e segundo os conceitos das
diversas sucessões no poder através dos anos e dos séculos. Daí a
dificuldade em se calcular o número de pessoas condenadas à fogueira e à
forca na Alemanha. Mas, das crônicas e processos regionais que chegaram
até nós, cabe deduzir, que as vítimas se contaram por milhares. Gardner
calcula 9 milhões (1). Morrow simplesmente diz que foram milhões (2).
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A INQUISIÇÃO PROTESTANTE
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Autor: Fernando Nascimento
Introdução
O artigo que segue, revela em rica bibliografia, os números de mortos, e requintes de crueldade dos incomparáveis tribunais eclesiásticos protestantes. E deixará claro que as

levianas
acusações protestantes contra a Igreja Católica sorrateiramente mudaram
a palavra “inquisição”, que quer dizer apenas: “sindicância”,
“investigação”, em sinônimo de “matança de pessoas”. Ainda hoje, esse
erro circula no meio protestante. Tal quimera caiu por terra, quando o
renomado historiador Agostino Borromeo, após demorado estudo sobre a
inquisição, concluiu que não chegaram a cem, o número de mortes,
cometidas por católicos que em desobediência ao Papa, empregaram pena de
morte contra os inquiridos.
O artigo que segue, revela em rica bibliografia, os números de mortos, e requintes de crueldade dos incomparáveis tribunais eclesiásticos protestantes. E deixará claro que as

domingo, 24 de fevereiro de 2013
A cruz, símbolo pagão?
A Igreja não acreditava que o escravo tivesse alma?
No Programa “Fantástico” da Rede Globo, de domingo 21 outubro 2007, foi dito que a Igreja aceitava a escravidão porque acreditava que os escravos não tinham alma. Ora, isto não é verdade, pelo que mostraremos adiante.
A escravidão é tão antiga quanto o ser humano. Em principio, estava associada às guerras em quase todos os povos; os vencidos eram feitos escravos, na Grécia, em Roma, mas também entre os incas e astecas do México antigo. O guerreiro vencido ser tornava propriedade do vencedor. Entre muitos povos também se tornava escravo do credor quem não pudesse pagar as suas dívidas, vendia a sua pessoa ou os seus filhos e familiares ao credor. Na Grécia praticava-se o rapto, especialmente de crianças, e as crianças abandonadas pelos pais podiam ser recolhidas como escravos. No período áureo de Atenas, havia na Grécia 15% de homens livres e 85% de escravos. Na Mesopotâmia havia escravos de certo nível cultural, eram prisioneiros de guerra, como muitos judeus deportados para a Babilônia no ano 570 a.C.. No Império Romano, os escravos faziam trabalhos domésticos, e podiam ter funções administrativas e burocráticas e até em altos cargos.Em alguns lugares os escravos podiam trabalhar por conta própria, pagando ao patrão uma parte do que ganhavam e juntar algum dinheiro para comprar a sua liberdade. Nos séculos II-I a.C. em Roma a escravatura atingiu o auge. Todas as atividades como agricultura, indústria, comércio, construção civil e outras atividades da civilização antiga dependiam da escravatura; sem isto nem a vida pública nem a doméstica se sustentariam no Império Romano, pode-se dizer que a sociedade romana se baseava sobre o trabalho escravo. Querer abolir a escravidão na Antiguidade equivaleria a querer acabar com o trabalho assalariado de nossos dias; a sociedade pararia de funcionar.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Mentiras ditas no "Domingo Espetacular" da Rede Record contra a Igreja Católica
Resposta Católica à Rede Record - Primeira parte
Resposta Católica à Rede Record - Segunda parte
Resposta Católica à Rede Record - Terceira parte
domingo, 16 de outubro de 2011
A “IGREJA CATÓLICA” RECEBEU ESTE NOME EM 381?
A MENTIRA:
“A Igreja Cristã recebeu o nome de Católica no Concílio de Constantinopla, presidido pelo Imperador Romano Teodósio com o decreto “CUNCTOS POPULOS” ano 381…”
ONDE SE ENCONTRA:
sábado, 15 de outubro de 2011
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