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quinta-feira, 18 de julho de 2013

INQUISIÇÃO PROTESTANTE

 Fonte: http://mentiras-evanglicas-e-outras.blogspot.com.br/2013/03/inquisicao-protestante-inedito-foram.html

INQUISIÇÃO PROTESTANTE - INÉDITO

 - Foram terríveis os genocídios causados pelos protestantes na Alemanha. A então Alemanha estava dividida em mais de trezentas circunscrições, cada uma delas com seu próprio Supremo Tribunal civil e seu Direito particular. A perseguição às bruxas e a severidade dos castigos, dependiam geralmente dos respectivos senhores de cada região, que governavam com muita independência e poder quase absoluto.
Dentro de cada região, havia oscilações pendulares inclusive extremas, segundo os critérios subjetivos do mesmo senhor e segundo os conceitos das diversas sucessões no poder através dos anos e dos séculos. Daí a dificuldade em se calcular o número de pessoas condenadas à fogueira e à forca na Alemanha. Mas, das crônicas e processos regionais que chegaram até nós, cabe deduzir, que as vítimas se contaram por milhares. Gardner calcula 9 milhões (1). Morrow simplesmente diz que foram milhões (2).    
 
 
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A INQUISIÇÃO PROTESTANTE
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Autor: Fernando Nascimento
Introdução


O artigo que segue, revela em rica bibliografia, os números de mortos, e requintes de crueldade dos incomparáveis tribunais eclesiásticos protestantes. E deixará claro que as

levianas acusações protestantes contra a Igreja Católica sorrateiramente mudaram a palavra “inquisição”, que quer dizer apenas: “sindicância”, “investigação”, em sinônimo de “matança de pessoas”. Ainda hoje, esse erro circula no meio protestante. Tal quimera caiu por terra, quando o renomado historiador Agostino Borromeo, após demorado estudo sobre a inquisição, concluiu que não chegaram a cem, o número de mortes, cometidas por católicos que em desobediência ao Papa, empregaram pena de morte contra os inquiridos.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

A cruz, símbolo pagão?


A cruz, símbolo pagão?

Em síntese: A cruz, símbolo muito caro aos cristãos, é repudiada pelas Testemunhas de Jeová como algo de pagão e abominável. O artigo presente mostra quão inconsistente é a argumentação dos jeovistas; procede na base de preconceitos e distorção de textos bíblicos. Além do quê, é de se notar que nos primeiros decenios da Congregação das Testemunhas, ou seja, de 1891 até 1931, a Sociedade “Torre de Vigia” tinha por distintivo seu uma cruz latina atravessada por uma coroa real e cercada de folhas de louro; as Testemunhas usavam tal símbolo na lapela, e cada número da sua revista oficial Watch Tower (Torre de Vigia) trazia na capa tal símbolo.

A Igreja não acreditava que o escravo tivesse alma?



No Programa “Fantástico” da Rede Globo, de domingo 21 outubro 2007, foi dito que a Igreja aceitava a escravidão porque acreditava que os escravos não tinham alma. Ora, isto não é verdade, pelo que mostraremos adiante.
A escravidão é tão antiga quanto o ser humano. Em principio, estava associada às guerras em quase todos os povos; os vencidos eram feitos escravos, na Grécia, em Roma, mas também entre os incas e astecas do México antigo. O guerreiro vencido ser tornava propriedade do vencedor. Entre muitos povos também se tornava escravo do credor quem não pudesse pagar as suas dívidas, vendia a sua pessoa ou os seus filhos e familiares ao credor. Na Grécia praticava-se o rapto, especialmente de crianças, e as crianças abandonadas pelos pais podiam ser recolhidas como escravos. No período áureo de Atenas, havia na Grécia 15% de homens livres e 85% de escravos. Na Mesopotâmia havia escravos de certo nível cultural, eram prisioneiros de guerra, como muitos judeus deportados para a Babilônia no ano 570 a.C.. No Império Romano, os escravos faziam trabalhos domésticos, e podiam ter funções administrativas e burocráticas e até em altos cargos.Em alguns lugares os escravos podiam trabalhar por conta própria, pagando ao patrão uma parte do que ganhavam e juntar algum dinheiro para comprar a sua liberdade. Nos séculos II-I a.C. em Roma a escravatura atingiu o auge.  Todas as atividades como agricultura, indústria, comércio, construção civil e outras atividades da civilização antiga dependiam da escravatura; sem isto  nem a vida pública nem a doméstica se sustentariam no Império Romano, pode-se dizer que a sociedade romana se baseava sobre o trabalho escravo. Querer abolir a escravidão na Antiguidade equivaleria a querer acabar com o trabalho assalariado de nossos dias; a sociedade pararia de funcionar.

sábado, 15 de outubro de 2011

Foto fraudulenta contra o Papa desmascarada!

 Foto fraudulenta contra o Papa desmascarada!


Fico imaginando do que o ódio é capaz e como a mente do inimigo pode ser má! Por mais que eu saiba que o diabo é cruel e mentiroso, aindo me surpreendo com as artimanhas de seus seguidores!