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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Milagres de São Bento





Uma taça de cristal quebrada com o sinal da Cruz 
Havia um mosterio cujo abade havia falecido, e a comunidade dirigiu-se ao venerável Bento, rogando-lhe todos os monges insistentemente que os dirigisse. Ele negou-se durante muito tempo, dizendo-lhes antemão que seu modo de proceder não se ajustaria ao daqueles irmãos; mas, vencido afinal por suas insistentes súplicas, acabou por consentir.
Impôs então àquele mosteiro a observância da vida regular, não permitindo a ninguém desviar-se ou viver como antes. Os irmãos daquele mosteiro, irritados com tanta severidade, começaram por se recriminar terem-lhe pedido que os governasse, pois sua vida "torta" estava em conflito com aquele modelo de retidão. Dando-se conta de que sob o governo de Bento não mais lhes seriam permitidas coisas ilícitas, e doendo-se por terem que renunciar a seus antigos costumes, pareceu-lhes duro, por outro lado, verem-se obrigados a adotar costumes novos com seu espírito envelhecido; por tudo isso, e também porque aos depravados a vida dos bons parece algo intolerável, tramaram matá-lo. E depois de decidí-lo em conselho, puseram veneno no seu vinho.
Quando foi apresentada ao abade, ao sentar-se à mesa, a taça de cristal que continha a bebida envenenada para que, segundo o costume do mosteiro, a abençoasse, Bento, levantando a mão, fez o sinal da Cruz e com ele se quebrou a taça que ainda estava a certa distância; e de tal modo se rompeu aquela taça de morte que mais parecia que, em lugar da Cruz, fora uma pedra que a atingira. Compreendeu logo o homem de Deus que continha uma bebida de morte a taça que não podia suportar o sinal da vida. Depois disso, relembrou aos monges o que tinha dito a respeito de suas regras severas que não se adaptariam a eles, e deixou este mosteiro


O Corvo  
Um presbítero conhecido de São Bento, obcecado pelas trevas a tal ponto que chegou a enviar de presente ao servo de Deus todo-poderoso um pão envenenado. O homem de Deus o recebeu agradecido, mas não lhe ficou oculta a peste que no pão se ocultava. Ora, acontecia que à hora da refeição costumava vir da floresta próxima um corvo, que recebia pão das mãos de Bento. Quando então chegou como de costume, o homem de Deus lançou diante do corvo o pão envenenado do presbítero, e deu-lhe esta ordem: "Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, toma esse pão e atira-o num lugar tal que não possa ser achado por ninguém". O corvo, então, de bico e asas abertos, começou a esvoaçar e a crocitar em redor do pão como se dissesse claramente que queria obedecer, mas não podia. No entanto, o homem de Deus ordenava repetidas vezes: "Leva, leva sem medo, e vai jogá-lo onde não possa ser encontrado". Finalmente, depois de hesitar por muito tempo, o corvo tomou o pão no bico e , levando-o, partiu. Ao cabo de três horas voltou sem o pão, que lançara fora, e recebeu das mãos do homem de Deus a ração costumeira.

O crivo quebrado

Enquanto que chegam à uma lugar que chama-se Effide e que vários personagens extremamente honrosos retinham-o caridosamente, residiram na igreja São Pedro. Dita a ama que tem pedido às suas vizinhas um crivo para purifier o grão, deixou-o imprudentemente sobre a mesa : veio cair, quebrou-se, e aí está em dois pedaços! Ao seu regresso, logo que ver neste estado, a ama pôs-se a chorar à fogueiras lágrimas vendo que o crivo a que tivesse emprestado agora era quebrado.
É enquanto que Bento, que era uma criança religiosa e sacrificado, vendo a sua ama em lágrimas, foi comovido de compaixão: levar os pedaços do crivo e pôs-se a solicitar chorando. A sua oração terminada, aumentou-se e descobriu aos seus lados o crivo em bom estado ao ponto que se não se podia ver nenhum vestígio do acidente. Então imediatamente, consolou a sua ama com ternura e entregou-lhe em bom estado o crivo que estava em pedaços.
A coisa foi conhecida de todos no país e suscitou uma tal admiração que as pessoas do canto penduraram o objecto à entrada da igreja para que todos, presentes e vir, aprendem qual grau de perfeição encontrava-se jovem Bento, tivesse recebido mal a graça de conversão.
Durante muitos anos, o objecto residiu lá, sob os olhos de todos, suspendido à entrada da igreja.

A fonte saltada da rocha

Entre os mosteiros que tivesse construído, ele lá três tinham situado em altura sobre balanços da montanha e era uma operação muito laboriosa para os irmãos que de descer sempre ao lago para pôr-se em dever de extrair a água, tanto mais que o flanco abrupto da montanha constituia um grave perigo para os que desciam-o, não sem temor. Então um grupo de irmãos escolhido estes três em mosteiros veio encontrar o empregado de Deus Bento e dizem-lhe: “é laborioso para nos de descer cada dia procurar a água até ao lago, é por isso que é necessário alterar os mosteiros de lugar.”
Bento recebeu-o com ternura e retornou-o devidamente consolados. A mesma noite, em companhia corajosa pequena criança chamada Placide, escala a cimeira desta montanha; houve bastante longamente e quando terminou, dispôs três pedras à esta lugar para servir de sinal, seguidamente competiu ao seu mosteiro ao conhecimento todos os que residiam lá.
Um outro dia, empurrado pela mesma necessidade, os irmãos tinham retornado para ele, diz-lhes: “Vai-se e escavam ligeiramente sobre este rocha onde encontrará três pedras sobrepostas: Deus qualquer- potente tem o poder de produzir a água mesma à cimeira desta montanha: que daigne assim poupar-vos o cansaço de tal percurso?” Tornaram-se sobre a cimeira da montanha da qual Bento tivesse-lhes falado e encontrou-o suintant já de água. Como havia uma escavação, preenche-se imediatamente, e saiu em quantidade suficiente para vazar em abundância até aos nossos dias e para descer da cimeira desta montanha até a partes inferiores.

São Bento socorre um homem endividado  

Certa ocasião, um homem fiel, premido pela necessidade de pagar uma dívida, convenceu-se de que somente conseguiria achar remédio para sua situação se apelasse ao São Bento e lhe expusesse a necessidade que o afligia. Foi, pois, ao mosteiro, encontrou o servo de Deus e lhe expôs as importunas cobranças que sofria, por parte de seu credor, por doze soldos que lhe devia. O venerável Pai lhe respondeu que não tinha os doze soldos, mas consolou-o em sua pobreza com estas palavras: "Vai e dentro de dois dias retorna aqui, porque hoje me falta o que quereria dar-te". Durante esses dois dias esteve ocupado na oração, como era seu costume. Quando no terceiro dia voltava o homem aflito com a dívida, encontraram-se inesperadamente 13 soldos sobre a arca de trigo do mosteiro. O homem de Deus entregou-os ao necessitado, dizendo-lhe que pagasse os doze soldos e ficasse com um para outras despesas que tivesse.


Cura de envenenamento  

Um homem sentia mortal inveja de seu inimigo, e chegou a tal ponto seu ódio que colocou veneno na bebida dele sem que ele percebesse. O veneno não foi suficiente para tirar-lhe a vida, mas mudou a cor de sua pele, de modo que apareceram nela manchas semelhantes às da lepra. Levaram-no ao homem de Deus e na mesma hora recuperou a saúde, pois ao contato com ele imediatamente desapareceram as manchas.


São Bento expulsa espírito maligno

Um dia, o demônio aproximou-se de um monge ancião que tirava água, e apossou-se, derrubando-o por terra e atormentando-o furiosamente. Ao retornar da oração São Bento, viu o que estava sendo torturado com tanta crueldade, e aplicou-lhe uma única bofetada, saindo imediatamente dele o espírito maligno e nunca mais ousando voltar a ele.


São Bento devolve a vida a um menino morto

Certa ocasião, São Bento havia saído com os irmãos para trabalhar no campo, quando chegou ao mosteiro um camponês levando nos braços o corpo de seu filho morto, chorando amargamente e perguntando pelo venerável Bento. Quando lhe responderam que estava no campo com os monges, deixou junto à porta do mosteiro o corpo do falecido filho e, grandemente perturbado pela dor, saiu a correr em busca do venerável Pai. Naquele preciso momento, porém, já estava regressando o homem de Deus com os irmãos. Nem bem o avistou, o infeliz começou a gritar: "Devolve-me meu filho, devolve-me meu filho!" Ao ouvir tais palavras, deteve-se o homem de Deus e lhe perguntou: "Por acaso eu roubei teu filho?" Ao que respondeu: "Ele morreu, ressuscita-o". Ouvindo isso, o servo de Deus entristeceu-se muito, dizendo: "Coisas dessas não cabem a nós, antes são próprias de santos Apóstolos. Por que quereis impor-nos cargas que não somos capazes de suportar?" Mas o infeliz, esmagado pela dor, persistia em seu pedido, jurando que não iria embora enquanto ele não lhe ressuscitasse o filho. Então o servo de Deus perguntou: "Onde está ele?" Ao que o pai respondeu: "Junto à porta do mosteiro". Chegou o homem de Deus com os irmãos, pôs os joelhos em terra e inclinou-se sobre o corpinho do menino; levantando-se em seguida, ergueu as mãos ao céu e disse: "Senhor, não lhes os meus pecados, mas a fé deste homem que pede que se lhe ressuscite o filho, e faz voltar a este corpinho a alma que dele quiseste levar". Mal havia acabado de proferir tais palavras quando, voltando a alma ao corpo do menino, este estremeceu de tal modo que todos os presentes puderam apreciar com seus próprios olhos como se havia agitado com aquela sacudida maravilhosa. Bento, então, tomou a mão do menino e o devolveu vivo e incólume ao pai.



Espantoso poder de cicatrização da Medalha de São Bento 

No ano de 1665, um homem tinha no braço uma chaga grande e infeccionada, que não cedia a remédio algum. Ocorreu então a lembrança de se colocar a medalha de São Bento sobre o braço enfermo, juntamente com o habitual curativo. No dia segunte, verificou-se que a chaga estava com bom aspecto, e ao cabo de alguns dias cicatrizou inteiramente. 
 

Medalha de São Bento devolve saúde a doente

Ainda pela mesma época, chegou outro doente a um estado tão desesperado, que os socorros da medicina eram impotentes para aliviá-lo. Nessa aflição, manifestou desejo de beber um pouco de água em que estivera mergulhada a medalha, e em breve recobrou perfeita saúde.


Incêndio é espantosamente detido  

Em 1665, uma aldeia da Lorena era assolada por freqüentes incêndios; a cada dia alguma nova casa era destruída pelas chamas, e ninguém podia determinar a causa dos sinistros. Já doze casas tinham sido sucessivamente queimadas, quando, desesperados, os habitantes do local foram pedir socorro a uma abadia próxima. Deram-lhes ali algumas medalhas de São Bento, aconselhando-lhes que as suspendessem nas paredes das casas que até então haviam sido poupadas. Os habitantes da aldeia seguiram o conselho, e desde então cessaram os incêndios. 

 
Cura de febre quase instantaneamente  

Em meados de 1843, uma jovem, atacada por uma febre tifóide, estava obrigada, havia já uns dez dias, a permanecer sentada numa poltrona, sendo insuportável para ela a posição horizontal do leito. Às nove horas da noite, um amigo da família, indo visitá-la, fala-lhe nas medalhas de São Bento, e lhe deixa uma. Nem cinco minutos se haviam passado, e já a enferma se estendia no leito, e no dia seguinte, depois de uma noite de profundo sono, sentiu-se libertada da febre terrível que até então resistira a todos os recursos médicos. 

 Benefícios da Medalha de São Bento 
Surgiu por volta do ano 1647 devido ao seguinte fato:
Conta-se que feiticeiras da Baviera, acusadas de suas maldades contra o povo daquela região, confessaram ver seus feitiços inteiramente anulados pelo poder da Cruz; e que em todos os lugares, aonde estivesse a Santa Cruz, seus malefícios nunca tinham efeito. E contaram que, especialmente no Mosteiro de Metten, nunca conseguiram êxito em suas maldades e concluíam que isto se devia ao fato da existência de alguma Cruz naquele lugar.
Por causa disto, as autoridades locais foram consultar os monges da Abadia de Mette sobre o assunto. Depois de muito procurarem, localizaram de fato que o mosteiro era repleto de cruzes gravadas nas paredes e com uma inscrição acima. Era preciso descobrir o porque e por quem as cruzes foram gravadas. Suas investigações os levaram à biblioteca, a um antigo livro escrito por ordem do Abade Pedro, no ano de 1415. O livro transcrevia antiquíssimos, entre eles vários sobre a Cruz, com inúmeros desenhos a bico de pena realizados por um monge anônimo.
Um destes desenhos era justamente São Bento tendo na mão direita um bastão em forma de Cruz, e acima do bastão estava o texto: CRUX SACRA SIT MIHI LUX NO DRACO SIT MIHI DUX, e da outra mão sai uma flâmula com as frases: VADE RETRO SÁTANA NUMQUAM SUADE MIHI VANA, SUNT MALA QUAE LIBAS IPSE VENENA BIBAS (A cruz sagrada seja minha luz, não seja o dragão meu guia.Retira-te, satanás, nunca me aconselhes coisas vãs. É mau o que ofereces, bebe tu mesmo os teus venenos).
A medalha é eficaz no combate direto a satanás, às tentações, contra doenças e picadas de animais como cobras e na proteção de automóveis.


Medalha de São Bento acaba com alcoolismo em um lar
 

Em 1859, uma infeliz mulher foi comunicar seus dissabores a uma pessoa que conhecia as virtudes da medalha de São Bento. O marido dessa mulher, trabalhador aliás honesto, tinha contudo o péssimo costume de beber. Tudo quanto ganhavam ambos mal chegava ao fim da semana, e reinava, naquele lar, extrema miséria. A pessoa de que acabamos de falar deu à mulher uma medalha de São Bento e lhe aconselhou que tocasse com a mesma a garrafa de vinho que punha à mesa ao lado do marido, e que ela bebesse água pura. O marido, apenas acabou de beber, exclamou: "Que vinho horroroso! Prefiro beber água! Mas deixa estar que mais tarde descontarei isso". De fato, levantou-se da mesa, pediu dinheiro, e foi logo para a taverna vizinha, de onde costumava voltar altas horas, sempre embriagado. Mas quinze minutos depois entra em casa e diz à mulher: "Parece uma conjuração contra mim; o vinho da taverna está ainda pior que o nosso". Passou calmo a noite. No dia seguinte, e daí em diante, a água ficou sendo a bebida habitual dele. A mulher, que era boa cristã, em breve conseguiu que ele passasse a cumprir seus deveres religiosos. 


A ORAÇÃO DA MEDALHA DE S. BENTO
As letras da Medalha:
Em Latim querem dizer:
Traduzindo para o Português:
C.S.S.M.L. Crux Sacra Sit Mihi Lux A Cruz Sagrada seja minha luz
N.D.S.M.D. Non Draco Sit Mihi Dux Não seja o dragão meu guia
V.R.S.N.S.M.V. Vade Retro Sátana Nunquam Suade Mihi Vana Retira-te, satanás, nunca me aconselhes coisas vãs
S.M.Q.L.I.V.B. Sunt Mala Quae Libas Ipse Venena Bibas É mau o que ofereces, bebe tu mesmo os teus venenos


Casa é preservada graças a Medalha de São Bento


A medalha de São Bento fora dada a uma pobre mulher que acaba de perder o marido e desde então, por necessidade, morava só, numa casinha isolada, a alguma distância de Rennes. A pobre viúva tinha muito medo de morar sozinha naquela casa, e foi por isso que uma pessoa piedosa da Rennes lhe oferecera a medalha, como penhor de proteção. Em 1862, um bandido que fora solto por já ter cumprido sua sentença, andava percorrendo a região; teve ele a idéia de pôr fogo na casinha, com o objetivo de atrair para ela os camponeses vizinhos; ele teria, assim, uma boa ocasião para roubar as casas deles, que ficariam sem vigilância. A viúva, que se achava no momento em casa de um vizinho, sente de repente uma inquietação extraordinária, e diz que precisa retornar imediatamente à sua casa. Lá chega depressa, e vê sair de seu pequeno estábulo uma nuvem de fumaça. Avista, ao mesmo tempo, um homem que parecia ir fugindo pelos campos. Sem raciocinar no que fazia, saiu correndo atrás do homem, e reconhece nele um vagabundo que pouco antes lhe tinha pedido de beber. Ao persegui-lo, solta gritos que despertam a atenção do sitiante vizinho. Este sai com seus empregados e, por sua vez, reconhece no homem que fugia um malfeitor que pouco tempo antes o atacara de noite. Não foi difícil prender o miserável e entregá-lo à justiça. Condenado a mais catorze anos de prisão com trabalhos forçados, confessou diante da autoridade os esforços que fizera para incendiar a casinha, e declarou que, não tendo podido consegui-lo, atirara um feixe inflamado no estábulo e em seguida fugira. Essa tentativa de incêndio não produziu resultado, nem no estábulo, nem no resto da casa. 

http://salvemaria.sites.uol.com.br/sbento.htm
http://homepage.mac.com/ie.msa/VILA-NOVA-DE-SAO-BENTO/page7/page7.html

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