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domingo, 3 de março de 2013

História do Obelisco na Praça de S. Pedro no Vaticano


Obelisco na Praça de S. Pedro no Vaticano



Roma é a cidade com mais obeliscos. Pelo menos 14são de primeira ordem. Egípcios. O maior de todos é o que fica em São João de Latrão. O segundo maior é o do Vaticano, 40 metros de altura (mais de 10 andares).
Este, o que foi colocado no sítio actual no dia 10 de Setembro de 1586, durante o pontificado de Sisto V, é de granito vermelho do Assuão e não tem hieroglifos. Esteve no circo de Calígula (monte do Vaticano) a cerca de 300 metros do local actual, desde o ano 37 eraimperador Calígula, e tinha no topo uma esfera com ascinzas de César (que agora está no Museu de Roma). O transporte do obelisco esteve a cargo do arquitectoDomenico Fontana, que construiu máquinas próprias para o efeito e usou 150 cavalos, 47 guindastes e 900 homens. Foi um dos grandes feitos técnicos da época.
Bernini completou o arranjo do espaço com a colunata e a fonte, que é de 1675. Este obelisco sempre se manteve intacto.
Há quem diga que o obelisco testemunhou o martírio de São Pedro.
Fonte: blog Tribo de Jacob (www.tribodejacob.blospot.com)


domingo, 24 de fevereiro de 2013

As Origens da celebração do Natal


A solenidade do Natal, isto é, a celebração do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, é uma das celebrações maisAs Origens da celebração do Natal importantes da Santa Igreja. Contudo, não é a solenidade mais antiga (a solenidade mais antiga é, certamente, a Páscoa da Ressurreição), sendo que a uniformidade de sua celebração é posterior ao século IV. Pretendemos aqui apresentar brevemente as origens e o significado dessa importante solenidade.
I- As Origens da Celebração da Natividade do Senhor
A celebração do Natal, conforme podemos auferir pelos registros históricos, surge no século IV a partir dos principais bispados da época, embora não celebrassem na mesma data. Ao que as fontes indicam, a data do nascimento de Cristo era desconhecida dos primeiros cristãos, sendo que nem as Sagradas Escrituras, nem os Padres Apostólicos citam uma data certa.

A cruz, símbolo pagão?


A cruz, símbolo pagão?

Em síntese: A cruz, símbolo muito caro aos cristãos, é repudiada pelas Testemunhas de Jeová como algo de pagão e abominável. O artigo presente mostra quão inconsistente é a argumentação dos jeovistas; procede na base de preconceitos e distorção de textos bíblicos. Além do quê, é de se notar que nos primeiros decenios da Congregação das Testemunhas, ou seja, de 1891 até 1931, a Sociedade “Torre de Vigia” tinha por distintivo seu uma cruz latina atravessada por uma coroa real e cercada de folhas de louro; as Testemunhas usavam tal símbolo na lapela, e cada número da sua revista oficial Watch Tower (Torre de Vigia) trazia na capa tal símbolo.

A Igreja não acreditava que o escravo tivesse alma?



No Programa “Fantástico” da Rede Globo, de domingo 21 outubro 2007, foi dito que a Igreja aceitava a escravidão porque acreditava que os escravos não tinham alma. Ora, isto não é verdade, pelo que mostraremos adiante.
A escravidão é tão antiga quanto o ser humano. Em principio, estava associada às guerras em quase todos os povos; os vencidos eram feitos escravos, na Grécia, em Roma, mas também entre os incas e astecas do México antigo. O guerreiro vencido ser tornava propriedade do vencedor. Entre muitos povos também se tornava escravo do credor quem não pudesse pagar as suas dívidas, vendia a sua pessoa ou os seus filhos e familiares ao credor. Na Grécia praticava-se o rapto, especialmente de crianças, e as crianças abandonadas pelos pais podiam ser recolhidas como escravos. No período áureo de Atenas, havia na Grécia 15% de homens livres e 85% de escravos. Na Mesopotâmia havia escravos de certo nível cultural, eram prisioneiros de guerra, como muitos judeus deportados para a Babilônia no ano 570 a.C.. No Império Romano, os escravos faziam trabalhos domésticos, e podiam ter funções administrativas e burocráticas e até em altos cargos.Em alguns lugares os escravos podiam trabalhar por conta própria, pagando ao patrão uma parte do que ganhavam e juntar algum dinheiro para comprar a sua liberdade. Nos séculos II-I a.C. em Roma a escravatura atingiu o auge.  Todas as atividades como agricultura, indústria, comércio, construção civil e outras atividades da civilização antiga dependiam da escravatura; sem isto  nem a vida pública nem a doméstica se sustentariam no Império Romano, pode-se dizer que a sociedade romana se baseava sobre o trabalho escravo. Querer abolir a escravidão na Antiguidade equivaleria a querer acabar com o trabalho assalariado de nossos dias; a sociedade pararia de funcionar.

Jesus Cristo é Deus?



Ele é a imagem do Deus invisível (Col 1,15)
O Papa Bento XVI abriu o “Ano da Fé” – de 11 de outubro de 2012 a 24 de novembro de 2013 – , com o objetivo de reacender a fé no povo católico. A base deste evento é sem dúvida Jesus Cristo, “autor e consumador de nossa fé” (Hb 12,2). O conhecimento profundo de Jesus é que dará a cada fiel a oportunidade de um encontro pessoal com Ele e o reavivamento de sua fé Naquele que é o “Esplendor da glória de Deus e imagem do seu ser, e sustenta o universo com o poder de sua palavra” (Hb 1,3). Ele é o Senhor, o Redentor dos homens, o esperado das nações, o Filho bendito de Deus que armou a Sua tenda entre nós. “Nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (Col 2,9). “Ele é a imagem do Deus invisível” (Col 1,15).