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quarta-feira, 12 de junho de 2013

O Grande Milagre


O grande milagre é uma história inspiradora que revela a esperança e a fé. A história gira em torno de três personagens em crise: Monica uma viúva e mãe de uma criança de 9 anos faz todos os esforços para manter a sua casa. Don Chema, um motorista de transporte público que recebe a notícia de uma doença que pode levar a morte de seu filho e Dona Cata, uma velha que sente que sua missão na vida é longa. As histórias se entrelaçam quando sentem uma grande necessidade de estar na igreja. E o que não se pode imaginar é que eles estão prestes a mudar suas vidas para sempre. Com a ajuda de anjos da guarda, vai testemunhar o verdadeiro significado da Missa, uma luta constante entre o bem eo mal, o triunfo da fé.

Santa Rita de Cássia



  Ela nasceu, na Itália, a 22 de maio de 1381, na região da Úmbria, num  lugarejo chamado, naquele tempo, Roca Porena. Seus pais, Antônio e Amada Mancini, já idosos, rogavam a Deus a vinda de um filho. Nasceu-lhes a pequena Margherita, daí sua abreviatura: Rita.
          Educada, com muito esmêro cristão, Rita passou sua infância e sua juventude, auxiliando seus pais na lavoura. Recém-nascida e sempre colocada num cesto, que fazia às vezes de berço,  no próprio campo, certa vez foi encontrada envolta de abelhas brancas que lhe pousavam na face, sem ferí-la. Quando jovem casou-se com Paulo Fernando. Tiveram dois filhos:  João Tiago e Paulo Maria. O marido,  de gênio forte e colérico, maltratou-a muitas vezes. Rita, graças à bondade de coração e às suas preces, conseguiu convertê-lo para Deus. Ele morreu assassinado, vítima de lutas políticas de época. Os filhos, jovens, quiseram vingar a morte do pai. Rita, preferindo vê-los mortos que transgredindo a lei divina, pediu a Deus que os levasse para o céu  antes de se mancharem com aquele crime. Morreram ambos, dizimados por uma peste que arrasou a Europa naquela  época.

domingo, 3 de março de 2013

História do Obelisco na Praça de S. Pedro no Vaticano


Obelisco na Praça de S. Pedro no Vaticano



Roma é a cidade com mais obeliscos. Pelo menos 14são de primeira ordem. Egípcios. O maior de todos é o que fica em São João de Latrão. O segundo maior é o do Vaticano, 40 metros de altura (mais de 10 andares).
Este, o que foi colocado no sítio actual no dia 10 de Setembro de 1586, durante o pontificado de Sisto V, é de granito vermelho do Assuão e não tem hieroglifos. Esteve no circo de Calígula (monte do Vaticano) a cerca de 300 metros do local actual, desde o ano 37 eraimperador Calígula, e tinha no topo uma esfera com ascinzas de César (que agora está no Museu de Roma). O transporte do obelisco esteve a cargo do arquitectoDomenico Fontana, que construiu máquinas próprias para o efeito e usou 150 cavalos, 47 guindastes e 900 homens. Foi um dos grandes feitos técnicos da época.
Bernini completou o arranjo do espaço com a colunata e a fonte, que é de 1675. Este obelisco sempre se manteve intacto.
Há quem diga que o obelisco testemunhou o martírio de São Pedro.
Fonte: blog Tribo de Jacob (www.tribodejacob.blospot.com)


domingo, 24 de fevereiro de 2013

As Origens da celebração do Natal


A solenidade do Natal, isto é, a celebração do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, é uma das celebrações maisAs Origens da celebração do Natal importantes da Santa Igreja. Contudo, não é a solenidade mais antiga (a solenidade mais antiga é, certamente, a Páscoa da Ressurreição), sendo que a uniformidade de sua celebração é posterior ao século IV. Pretendemos aqui apresentar brevemente as origens e o significado dessa importante solenidade.
I- As Origens da Celebração da Natividade do Senhor
A celebração do Natal, conforme podemos auferir pelos registros históricos, surge no século IV a partir dos principais bispados da época, embora não celebrassem na mesma data. Ao que as fontes indicam, a data do nascimento de Cristo era desconhecida dos primeiros cristãos, sendo que nem as Sagradas Escrituras, nem os Padres Apostólicos citam uma data certa.

A cruz, símbolo pagão?


A cruz, símbolo pagão?

Em síntese: A cruz, símbolo muito caro aos cristãos, é repudiada pelas Testemunhas de Jeová como algo de pagão e abominável. O artigo presente mostra quão inconsistente é a argumentação dos jeovistas; procede na base de preconceitos e distorção de textos bíblicos. Além do quê, é de se notar que nos primeiros decenios da Congregação das Testemunhas, ou seja, de 1891 até 1931, a Sociedade “Torre de Vigia” tinha por distintivo seu uma cruz latina atravessada por uma coroa real e cercada de folhas de louro; as Testemunhas usavam tal símbolo na lapela, e cada número da sua revista oficial Watch Tower (Torre de Vigia) trazia na capa tal símbolo.